BUFFALO BILL (1846-1917) | Os Grandes Mitos do Oeste no Cinema

Nasceu a 26 de fevereiro de 1846, em uma fazenda perto da cidadezinha de Le Clair, no Estado de Iowa. Aos 11 anos, foi trabalhar na Companhia de Transportes Russell, Majores e Waddell. Aprendeu também a ganhar a vida em diversos ofícios, como guardar gado, servir de mensageiro, conduzir diligências; como batedor, ajudou os soldados a perseguir os índios das campinas.

Aos 12 anos, teria matado o primeiro índio, o que levou um jornalista a considerar isso uma atitude gloriosa e, por essa razão, o batizou de “o mais jovem matador de índios das planícies”.

Por costumar caçar bisontes que alimentavam os operários que trabalharam na construção da estrada de ferro Kansas Pacific, William Frederick Cody ganhou a alcunha de Buffalo Bill.

Aos 24 anos, passou a integrar o famoso Pony Express, uma gigantesca corrida de cavalos, na qual cavaleiros galopavam em turmas que se revezavam dia e noite, durante 16 meses. Mas Buffalo Bill galopou mais de 500 quilômetros sem revezar com ninguém.

Após a Guerra Civil Americana por volta de 1862-63, incorporou-se aos regimentos na luta contra os índios kiowas e comanches.

Casou-se com Louise Frederic. Veio a ser guia das tropas do General Custer, e foi nessa época que abateu 4.280 bisontes, em 18 meses, tornando-se assim o campeão mundial dos matadores de búfalos.

Em 1872-73, um jornalista, Ned Buntline, criador de folhetins do Oeste (dime novels / fotos acima), propôs a Cody um contrato, a fim de redigir o primeiro romance, Buffalo Bill, Rei dos Homens da Fronteira. A partir daí, escreveram-se dezenas de romances consagrando os feitos de Bill, uns verídicos e outros fictícios. Pouco depois, Cody apresentou-se pessoalmente em uma representação teatral em 3 atos, O Batedor das Planícies, estreada no Bowery Theatre, de Chicago. O mito estava finalmente consagrado.

Surgiram, então, as primeiras representações do Wild West Rocky Mountain and Prairie Exhibition (Feira de Amostras) e do Buffalo Bill West Show, em que apareceram figuras de Annie Oakley e Sitting Bull (Touro Sentado), famoso chefe indígena.

Em 1887, durante as comemorações do Jubileu da Rainha Vitória, Cody se exibiu em Londres, sendo recepcionado pela própria soberana.

Em 1888, chegou a Paris. Após quatro anos de circuitos bem-sucedidos, foi exibir-se na Feira Mundial de Chicago, em números perigosos.

A pedido do General Niles, Buffalo Bill tentou intervir junto ao chefe sioux Touro Sentado, para evitar o prosseguimento dos ataques dos indígenas. Mas os poderes civis impediram-no de entrar em contato com o chefe índio. O episódio terminou com a chacina de Oak Creek, onde Touro Sentado morreu.

Buffalo Bill faleceu a 10 de janeiro de 1917, em Denver, capital do Estado do Colorado. Alin, foi erigido um monumento em sua homenagem, que atrai milhares de turistas que vão contemplar a lembrança dos tempos em que o Oeste ainda era o Oeste.

O MITO NO CINEMA

A Lendária figura de Buffalo Bill, em sua encarnação no Cinema silencioso, surgiu por volta de 1894. Cumpre assinalar que foi o único mito do Oeste a aparecer nas telas pessoalmente, junto com Annie Oakley, nos papéis deles próprios, dirigidos por W. K. L. Dickson.

Em 1904, um rico francês, Joe Hammam, chegou aos Estados Unidos e se alistou como cowboy em um rancho do Estado de Montana e, depois, foi fixar residência, por 3 anos, em uma reserva indígena. Ao voltar à França, em 1904, já era cavaleiro emérito e resolveu escrever e produzir os primeiros filmes de western rodados na França. Tais filmes foram vendidos com exclusividade para os Estados Unidos e, entre eles, alguns abordavam a figura de Buffalo Bill em realizações de ação particularmente movimentada e com todas as características do Oeste.

Em Buffalo Bill/1944, o diretor William Wellman, ao abordar uma das seqüências, afirma sobre o sentido da narrativa: – Podemos dar muitos efeitos, baseando-se na sugestão.

Um exemplo disso, na película Buffalo Bill, é quando, na luta mortal de Cody contra o chefe índio Yellow Hand, em águas sangrentas e lamacentas, a fotografia de Leon Shamroy, segue por entre as rochas e arbustos, e sugere apenas a violenta luta entre os dois antagonistas. Shamroy, guiando a câmara, faz visualizar a ribanceira por um momento e Cody emerge das águas – e tudo o que vemos é a sombra do corpo de Yellow Hand num rio sangrento – o que causa verdadeiro impacto. Neste filme Buffalo Bill foi vistosamente fotografado num brilhante Technicolor e numa perfeita reconstrução do lendário Oeste.

A música esteve a cargo das hábeis mãos de Emil Newmann, num tema que se assemelha aos acordes de “Anything you can do you can do better”, do filme Bonita e Valente, evocando de forma esplêndida o período. A realização de Wellman é bastante baseada na ficção e deixa de lado as deficiências da vida real de Cody, em favor das simulações de Hollywood.

Durante alguns momentos, a narrativa se arrasta, mas, no todo, conserva momentos soberbos. Um exemplo disso é a cena em que os índios cheyennes se preparam para a guerra: vemos boas cenas de hábitos indígenas, o conselho dos caciques, danças de guerra e a orgia sangrenta da batalha de Bonnet Gorge. Nelas, Wellman conseguiu superar as seqüências semelhantes de Jornadas Heróicas (foto acima), de Cecil B. de Mille. De apreciável composição são as seqüências de pós-batalha, com os corpos dentro e fora da água.

De autêntica movimentação são várias seqüências: a do nascimento de Louisa Cody, esposa de Bill, numa tenda índia; a do apelo reiterado de Cody contra o expansionismo branco, a de Bill praticando acrobacias numa feira de circo; e, ainda, a o retorno triunfante de Cody ao célebre Wild West Show.

Buffalo Bill and the Indians/1976, de Robert Altman, focaliza de maneira irreverente a vida de Buffalo Bill com seu espetáculo itinerante. Sobre o filme, Paul Newman, que interpreta Buffalo Bill, afirma: – Trata-se de um Buffalo Bill visto de um ângulo totalmente novo.

Robert Altman, o diretor da fita, está certo de que o mito terminará depois desse filme, mas ele admite que ninguém sabe realmente quem foi Buffalo Bill. Sua história cresceu demais e é impossível ouvir a mesma versão contada por duas pessoas. É tarde demais para saber como foi a verdade.

Paul Newman acrescenta: – De certa forma, Buffalo Bill era parecido comigo. Há algumas entrevistas minhas que não são verdadeiras; as revistas de Cinema contam histórias que nunca existiram.

Para fazer o roteiro, Altman se baseou em uma comédia de Arthur Kopet, Indians, mas se aprofundou nos personagens, investigando a história e as verdadeiras relações de Cody com os índios. Altman explica: – O adversário de Cody era Touro Sentado, e o cowboy, que conhecera e enfrentara a realidade dos índios, tinha sempre essa realidade diante dos olhos, e Cody a sentia quase como a sua própria consciência. Cody tinha consciência de que estava falsificando a história sobre si mesmo e sobre os índios.

Paul Newman, no papel de Buffalo Bill, segundo Robert Altman, deu ao personagem uma carga de ironia – a própria maneira do ator encarar a vida.

Fontes de Pesquisa: Revista Cinemin.

OESTE SELVAGEM (Buffalo Bill and the Indians, or Sitting Bull’s History Lesson, 1976 – USA)
(Filme Completo / Legendado em Português)
Data de Lançamento: 24 de junho de 1976

SINOPSE: O mitológico Buffalo Bill monta um show com ares circenses em que circulam os típicos personagens do Velho Oeste. Porém, em meio à farsa, está um autêntico personagem daquele ambiente, o chefe Touro Sentado. O confronto entre os dois é também um embate entre a história real do Oeste e a criação de histórias falsas e escapistas.

Assista o filme no player acima ou CLICANDO AQUI. Use a linha de comando no canto inferior direito para visualizar em tela cheia (fullscreen).

SOBRE O FILME: Uma das frases mais marcantes de toda a história dos westerns está em O homem que matou o facínora de John Ford :”Quando a lenda supera a realidade, imprime-se a lenda”. A mitologia dos desbravadores das fronteiras durante a ocupação do território americano correu mundo através do cinema, mas antes disso foi popularizada no imaginário dos EUA, sob a forma de histórias contadas por escritores, jornalistas ou mesmo espertalhões (lembrem-se do personagem interpretado por Saul Rubineck em Os imperdoáveis). Uma das figuras emblemáticas desta mitologia é William F. Cody, conhecido sob a alcunha de Buffalo Bill, notório caçador e matador de índios, que serviu de personagem a diversos filmes. A real dimensão de seus feitos é incerta, mas no filme em questão, a segunda incursão de Robert Altman pelo universo do velho oeste (a primeira foi McCabe & Mrs. Miller, de 1971), Bill (Paul Newman) não passa de uma farsa, divulgada por um “criador de lendas” (Burt Lancaster) e que ainda em vida explorou sua própria popularidade. É óbvio que não poderíamos esperar de Altman, um artista com uma visão extremamente crítica e iconoclasta, um retrato puramente heróico do personagem

O filme se passa em 1885, quando se aproxima a virada para o século XX e já começa a não mais existir espaço para o caubói desbravador e a lei da pistola que fala mais forte, o que foi também o tema de outro excelente trabalho lançado no mesmo ano, O último pistoleiro de Don Siegel. Mas já se organizava a sociedade americana de consumo, e as histórias do oeste configuravam um produto já bastante divulgado e consumido. Então vemos Buffalo Bill como o principal nome de um espetáculo circense que, antecipando o que o cinema viria a fazer anos depois, encena e glorifica os feitos de vaqueiros e colonos, triunfando sobre o território inóspito e os índios belicosos, utilizando-se inclusive de figuras reais, como a atiradora Annie Oakley (Geraldine Chaplin). A ação se concentra no momento em que o circo recebe sua mais nova atração: o chefe Touro Sentado, responsável pelo massacre sofrido pelas tropas do general Custer.

Sua figura pouco parece contribuir para o desenvolvimento do espetáculo: o cacique é velho, baixinho, não fala inglês e sua primeira apresentação é marcada por vaias. Mas, ao mesmo tempo, sua perspicácia e sabedoria desconcertam Bill e toda a sua trupe. Claro que os brancos tentam explorar os índios à sua maneira, mas Touro Sentado, sempre acompanhado por um intérprete mestiço (Will Sampson), demonstra uma dignidade sem igual entre Bill e equipe, tendo se juntado ao show apenas por causa de um sonho onde vislumbrara a oportunidade de levar os anseios de seu povo ao presidente americano. Buffalo Bill e seus empresários (Kevin McCarthy e Joel Grey) praticamente perdem o controle sobre quase tudo em seu circo, que também antecipa o que viriam a ser os parques temáticos.

Altman imprime um clima de ironia que é plenamente captado pelo elenco. O Buffalo Bill de Newman é orgulhoso, autoritário, mas igualmente incompetente e impotente. Oeste selvagem não é somente um retrato sarcástico do velho oeste e seus personagens, mas ,como em quase toda a obra de seu diretor, da sociedade dos EUA como um todo. Composta por um bando de trouxas que adora ser enganado e acredita nas baboseiras que lhes são impostas, consome o que lhes é empurrado e que adora manifestações presepeiras, cheias de fanfarras e bandeirinhas, como já ficara caracterizado no filme anterior (Nashville, 1975). E que também não consegue engolir quando esta realidade é contestada. Daí o fracasso de público e crítica do filme quando de seu lançamento, justamente no ano do bicentenário da independência americana, prato cheio para patriotadas.

Seria oportuno um relançamento em VHS e DVD deste interessante mas pouco conhecido trabalho de Robert Altman, uma vez que as cópias disponíveis em vídeo foram editadas pela extinta Tec Home Video ainda na década de 80. Além disso, o filme não é apresentado na íntegra, pois apesar da embalagem anunciar 120 minutos de duração (guias de filme citam 125 minutos), temos uma metragem de apenas 1 hora e 40.

DIREÇÃO: Robert Altman
ROTEIRO: Arthur Kopit (suggested by the play “Indians” by), Alan Rudolph (screen story), Robert Altman (screen story) 
GÊNERO: Western, Biografia
ORIGEM: USA
DURAÇÃO: 2h 3min
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ELENCO PRINCIPAL:

Paul Newman … The Star (William ‘Buffalo Bill’ Cody)
Joel Grey … The Producer (Nate Salisbury)
Kevin McCarthy … The Publicist (Maj. John Burke)
Harvey Keitel … The Relative (Ed Goodman)
Allan F. Nicholls … The Journalist (Prentiss Ingraham)
Geraldine Chaplin … The Sure Shot (Annie Oakley)
John Considine … The Sure Shot’s Manager (Frank Butler)
Robert DoQui … The Wrangler (Oswald Dart)
Mike Kaplan … The Treasurer (Jules Keen)
Bert Remsen … The Bartender (Crutch)
Pat McCormick … The President of the United States (Grover Cleveland)
Shelley Duvall … The First Lady (Mrs. Grover Cleveland)
Burt Lancaster … The Legend Maker (Ned Buntline)

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Fontes de Pesquisa/Textos: IMDb, Filmow, Contracampo/Gilberto Silva Jr.


AS AVENTURAS DE BUFFALO BILL (Pony Express, 1953 – USA)
(Filme Completo / Legendado em Português)
Data de Lançamento: 15 de junho de 1953

SINOPSE: Buffalo Bill e Wild Bill Hickok estão liderando um negócio para construir um serviço de correios de alta velocidade, que promete levar mensagens entre Sacramento e St. Louis em apenas 10 dias. Mas um grupo de conspiradores, interessados em provocar um conflito político pra conseguir a secessão da Califórnia, fará de tudo para interromper os mensageiros e acabar de ver com a tal proeza.

Assista o filme no player acima ou CLICANDO AQUI. Use a linha de comando no canto inferior direito para visualizar em tela cheia (fullscreen).

SOBRE O FILME: Faroeste que conta a história da criação da Pony Express, um histórico correio expresso americano colocado em funcionamento em 1860 que levava correspondência a cavalo cruzando territórios selvagens dos EUA, a rota ligava as cidades de St. Joseph a Sacramento. O correio expresso funcionou de abril de 1860 até outubro de 1861 sendo depois substituído pelas linhas de telégrafos transcontinentais. Apesar de sua curta duração esse empreendimento tornou-se um marco histórico e uma presença constante no imaginário popular sobre o Oeste Selvagem, exemplo de luta em direção ao progresso mesmo quando as condições eram adversas. Abaixo uma foto de Frank E. Webner, um dos cavaleiros da Pony Express.  

Um momento histórico do EUA é retratado nesse excelente faroeste, a jornada para a criação da Pony Express e pela integração de um país é fantástica, nota 10 para o tema e a recriação da época. O problema do filme é que, ao contrário do que ele mostra, não foram Búfalo Bill e Wild Bill que criaram a companhia, ela foi idealizada pelos empresários William Russel, William Bradford e Alexander Majors, Búfalo Bill foi um dos cavaleiros que fez transporte para a companhia já Wild Bill nunca fez parte dessa história, essa é uma liberdade artística tão comum em Hollywood. Deixando esse pequeno fato histórico de lado, esse é um filmaço.

DIREÇÃO: Jerry Hopper
ROTEIRO: Charles Marquis Warren (screenplay), Frank Gruber (story) 
GÊNERO: Western, Biografia
ORIGEM: USA
DURAÇÃO: 1h 41min
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ELENCO PRINCIPAL:

Charlton Heston … Buffalo Bill Cody
Rhonda Fleming … Evelyn Hastings
Jan Sterling … Denny Russell
Forrest Tucker … Wild Bill Hickok
Michael Moore … Rance Hastings
Porter Hall … Jim Bridger
Richard Shannon … Red Barrett
Henry Brandon … Joe Cooper
Stuart Randall … Pemberton
Lewis Martin … Sgt. Russell

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Fontes de Pesquisa/Textos: IMDb, Filmow, Cine Players, Filmes Alternativos.


BUFFALO BILL (Buffalo Bill, 1944 – USA)
(Filme Completo / Legendado em Português)
Data de Lançamento: April 1944 (USA)

SINOPSE:
Em 1877 um homem cavalgava pelo oeste e, da noite para o dia, tornou-se célebre. Não descobriu um continente, nem venceu uma guerra. Não foi um grande general, estadista ou cientista, ainda assim após várias décadas as lendas sobre ele continuam tão vivas quanto em sua época. Seu nome era William Frederick Cody (Joel McCrea), mas para os jovens e velhos, ricos e pobres, reis e plebeus, era conhecido como Buffalo Bill. Ele começou a construir sua fama quando era batedor, por ter uma pontaria infalível e, ao defender uma diligência que fora atacada por índios bêbados, ter salvo Louisa Frederici (Maureen O’Hara), a filha de um senador. Cody não queria matar e ansiava pelo estabelecimento de uma co-existência pacífica entre os brancos e os índios. No entanto esta era uma tarefa difícil, pois um ambicioso empresário, Vandevere (George Lessey), só queria ter cada vez mais lucro, não se importando em tirar os índios das suas terras ou promover a matança indiscriminada de búfalos. Paralelamente Bill se casaria com Louisa, mas logo após o nascimento do seu filho Cody decidiu partir para ajudar o exército, pois as tribos sioux e cheyanne resolveram se unir para combater os brancos. Vários brancos poderosos afirmam que índio bom é índio morto, posição esta com a qual Cody não concorda. É quando Vandervere decide usar seu imenso poder e prestígio para destruir a reputação de Buffalo Bill.

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SOBRE O FILME: Quando este filme foi feito, as pessoas ainda amavam carros, rodovias e trazendo o progresso para o oeste. Por isso, foi uma grande conquista trazer para a tela um herói dividido, que por um lado admirava o modo de vida dos índios e que compreendeu que a matança de búfalos traria miséria aos nativos, mas ao mesmo tempo organizou caçadass de búfalos para o povo do leste, e como batedor ajudou o exército a lutar contra os índios. Quando ele vai para o leste e vê histórias escritas sobre ele por Ned Buntline, sabemos que é impossível para ele (como para qualquer ser humano) viver de acordo com elas, e está fadado ao ridículo. As pessoas hoje estão mais preocupadas com a ecologia e isso torna este filme mais significativo do que em 1944. A primeira parte do filme mostra o oeste e a guerra com os índios com excelentes cenas de batalha e ótimas cores. Maureen O’Hara é mais bonita do que em qualquer outro filme que eu já vi e Linda Darnell também. A segunda parte é quando Buffalo Bill vai para o leste, e é quando o filme está na sua melhor parte.

DIREÇÃO: William A. Wellman
ROTEIRO: as Aeneas MacKenzie e Clements Ripley (screenplay) 
GÊNERO: Western
ORIGEM: USA
DURAÇÃO: 1h 30min
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ELENCO PRINCIPAL:

Joel McCrea … William Frederick ‘Buffalo Bill’ Cody
Maureen O’Hara … Louisa Frederici Cody
Linda Darnell … Dawn Starlight
Thomas Mitchell … Ned Buntline
Edgar Buchanan … Sgt. Chips McGraw
Anthony Quinn … Chefe
Moroni Olsen … Sen. Frederici
Frank Fenton … Murdo Carvell
Matt Briggs … Gen. Blazier
George Lessey … Sr. Schyler Vandervere
Frank Orth … Sherman
Sidney Blackmer … Theodore Roosevelt
Billy Bletcher … Anão
Reed Hadley … Narrador (voz)

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Fontes de Pesquisa/Textos: IMDb, Filmow, Cine Players, Revista Moviement.


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